domingo, 2 de novembro de 2014

Enfim Parida… novamente! [Relato de Parto da Melissa]

Cada experiência de gestar foi diferente na minha vida. A Mel me fez conhecer o que é enjoar e "chamar o Hugo"durante todo o primeiro trimestre gestacional.
Embora eu não pudesse afirmar com toda certeza, achava mesmo que era uma menina dessa vez. Segurei a ansiedade (que por sinal foi bem maior dessa vez que da primeira gestação) para não fazer um exame de sexagem fetal e saber logo qual era o sexo do bebê 2!
Com 12 semanas, primeiro US, a médica nos diz que temos 80% de chances de sermos pais de mais um menininho. Fiquei feliz, claro, mas aqui dentro a informação não correspondia com o "feeling".
Me segurei muuuuuito pra não correr no laboratório e fazer o tal exame de sexagem. Chegamos à vigésima semana! Segundo US: não há dúvidas, é mesmo uma mocinha!!! AAAAAHHHH!!! QUE ALEGRIAAAA!!!
Eu fiquei em êxtase! Agora eu poderia chamar pelo nome, imaginar um pouquinho o futuro como mãe de um casalzinho!!! [suspiros]
Devo dizer que eu mesma sou super defensora da "gestação surpresa", de não saber o sexo do bebê antes dele nascer, mas não posso esconder o quão importante foi para mim dar nome e "imagem" ao ser que me habitava!
Eu chorava escondida por não me sentir vinculada à essa gestação como na do Bruno. Quando, às 20 semanas de gestação, descobrimos que a Mel estava aqui, como que num passe de mágica me vinculei! Chorei de emoção no metrô, sozinha, sorrindo "pra ninguém"... Minha nossa! Como será ser mãe de menina?
Sou mesmo muito privilegiada porque na gestação do Bruno eu queria muito um menininho e ele veio e agora queria muito uma menininha e eis que Mel foi um presente dos Deuses!

Mas vamos lá... ao parto!


Tudo nessa gestação seria diferente se não fosse um detalhe: pós-datismo! Bruno nasceu às 41 semanas + 4 dias. Sua irmã caminhava para o mesmo rumo.
Eu jurava que não me depararia com aquela ansiedade novamente mas ela veio me visitar. E ficou!
Mas sabe o que é pior? Dia 15 de setembro eu tive um alarme falso "daqueles"!!! Fui fazer xixi umas 22h e vi um super sangramento no papel higiênico junto com um super tampão e passei a madrugada com 'contracinhas' de 3 em 3 minutos. Na manhã seguinte elas passaram mas continuei perdendo tampão e com pequenos sangramentos. Curiosa que sou decidi fazer um exame de toque em mim mesma e apresentava 2cm de dilatação com um colo amolecido. Criei tooodas as expectativas possíveis e imagináveis. Estava crente que minha filha seria virginiana. Mas que nada! Foi só pra testar minhas coronárias. Todas as noites as contracinhas voltavam mas eu dormia e elas iam embora. Certa noite meu marido disse: "nada de dormir! Vamos ficar acordados porque quando você dorme, seu útero dorme também!" hahaha. Mas umas 3h da madruga nos rendemos.
Os dias passavam... eu comprava flores pra enfeitar a casa para sua chegada... as flores murchavam nada da Melissa nascer...
Eu já havia parado de atender partos desde às 35 semanas, já tinha descansado bastante, curtido muito o filhote mais velho, estava super ativa trabalhando nos atendimentos em domicílio, frequentando as aulas de hidroginástica, brincando com o Bruno, passeando, dirigindo normalmente, até viajamos pra Campos do Jordão às 37 semanas... já tava bastante satisfeita desse tempo que havia me dado! Já estava satisfeita de estar grávida!
Estava sendo acompanhada pela G.O. Dra Catia Chuba, sempre muito tranquila e pela amiga e parteira Cris Balzano, uma mãezona pra mim nas duas gravidezes.
Elas sempre queridas e calmas me traziam paz pra tocar a gestação e lidar com a ansiedade... mas o "time" é nosso, né?! Não tem jeito!

Dia 01/10, com 40 semanas +5 dias, fui realizar um US e uma cardiotoco. Diferentemente de quando fui fazê-lo na época do Bruno, não fui hostilizada, ao contrário, fui muito bem tratada e até elogiada pela calma na espera do tempo do bebê. Fiquei bastante feliz com o tratamento e principalmente por saber que tudo estava bem com nossa Tchutchuquinha!
Maaaaas eis que veio a estimativa de peso fetal: 4090g.
Aquele filme do parto do Bruno veio passando pela minha cabeça. O medo de uma nova laceração (muito embora dessa vez eu tenha feito fisioterapia perineal com afinco - o famoso Epi-no). Saí do laboratório a caminho de casa pensando em tudo... meu lado obstetriz me fazia pesar os prós e contras de aguardar passivamente o trabalho de parto começar.
Eu pensava fortemente em fazer um descolamento de membranas, tal qual fiz no Bruno.
Mas aí é que está: parte de mim, tecnicamente, sabia que "Ok para o descolamento", já nos aproximávamos das 41 semanas. Mas o outro lado pensava: "Será que meu corpo veio com essa 'falha'? Eu não entro em trabalho de parto espontaneamente?". Eu gostaria muito que não fosse necessário 'cutucar' nada para ela nascer, de esperar apenas a natureza agir.
Outro ponto: no dia seguinte, pela manhã, minha querida Catia Chuba viajaria e portanto de quinta à domingo não a teríamos conosco em nosso parto. Queria muito sua presença e jurei que a Mel já teria nascido na época da sua viagem. Mas se tem algo que eu aprendi ao acompanhar tantas mulheres nessa fase de vida é que não se pode ter o controle de tudo! Eu não poderia controlar a situação para que a Mel nascesse no dia em que todas as pessoas da equipe estariam disponíveis. Aprendi que a gente PARI! Simplesmente pari porque podemos parir não porque 'fulano ou ciclano estava ali'.
Eu mesma costumo dizer às gestantes: "Você pode parir comigo, sem migo e apesar de migo!"
Então não tinha mesmo como garantir a presença de todas as minhas amadas...
e eu pariria!

Voltei pra casa, sentei-me com o maridón e conversamos sobre as possibilidades. Expus à ele tudo o que estava se passando pela minha cabeça e ele me deu todo apoio para que eu decidisse intervir ou não. No fundo acho que a maioria dos maridos adora quando a gente decide fazer algo, porque eles são mais ansiosos que a gente!
Quinta, dia 02, chego à consulta com a parteira Cris às 15h já sentindo pequenas contracinhas que vinham a cada 6 ou 7 minutos, mas eu já não me iludia mais com esses pródromos, já estava calejada!
Sentei-me pra papear com ela e disse: "Vamos descolar membranas hoje!"
Ela me perguntou: "Você quer conversar sobre isso?"
Eu lhe disse:"Não! Tá decidido!!"
Assumo que eu sou dessas que demora a tomar uma decisão, mas se decido, decido! Tava mesmo decidido!
No final da consulta a Cris fez o descolamento. Não doeu nada e eu nem sangrei. Saí de lá pensando que talvez os dedos dela fossem curtos e não surtiu muito efeito. Talvez eu mesma descolasse mais um pouquinho quando chegasse em casa! (risos)
Voltei tranquilamente pra casa, de metrô e depois dirigindo. Contei ao marido que descolei e que em breve conheceríamos nossa pequerrucha. Ele ficou master animado e ainda mais ansioso.
Fim de tarde normal. Du, Bruno e eu jantamos uma pizza (meio que em ritmo de comemoração) e eu até cogitei ir à aula de hidro mas quando fui ao banheiro eis que veio um "sangão" (grande sangramento) no papel e aí eu animei! Opa!!
Umas 20h30 as contrações começaram a ficar mais fortinhas mas nada que me fizesse parar. Eu sorria cada vez que vinha uma. Tava feliz achando que até o dia seguinte o TP (trabalho de parto) deveria engrenar.
21h30 - Du colocou Bruninho pra dormir e eu comecei a caminhar pela sala.
Nossa doula Josi estava à caminho porque viria direto do Hospital São Luís (de outro parto que estava há 3 dias) e sugerimos que ela dormisse aqui em casa que era mais perto pra ela. Ela chegou umas 22h, lhe dei toalha para tomar um banho e arrumamos um colchão no quarto do Bruninho pra ela descansar. Quando ela chegou as contrações já estavam mais fortes, eu não conversava mais durante elas.
Deixamos a Cris de sobreaviso mas o ritmo das contrações ainda era bastante irregular: às vezes 3 minutos, às vezes 7, às vezes 12, depois 2 minutos...
Acendi velas na sala, apagamos as luzes e deixamos apenas um abajour. Eu quis ficar com o Du, sozinhos, se curtindo. A gente tava em êxtase com o início do TP! Eu queria sua mão quando vinha a contração, queria que estivesse por perto, apenas!
Pedi pro Du chamar a Carla Raiter (nossa fotógrafa) porque queria que ela chegasse cedo pra tirar umas fotos do trabalho de parto também. Ainda bem que pensei assim!
Umas 23h eu já estava bem assustada com o nível da contração e dizia ao Du: "Eu não lembrava que doía tanto!!"
Ele sugeriu que eu tentasse o chuveiro pra aliviar a dor. Aceitei a sugestão.
Ao entrar no chuveiro eu decidi fazer um toque pra que ele pudesse avisar a equipe. O fato é que por ser obstetriz eu não queria incomodar ninguém muito cedo, queria deixá-las descansar pra virem perto de nascer, mas talvez esse tenha sido um erro.
23h17 - Me toco: 6cm, colo fino, bolsa íntegra: "Du, pode chamar todo mundo!"
A Cris pediu pra contarmos com uma parteira auxiliar já que a Dra Catia não estaria presente. Sem palavras pra agradecer minha amiga de faculdade e excelente obstetriz Juliana Freitas, que já estava à caminho porque também viria direto do São Luiz (e que pretendíamos ceder mais um colchão para descansar - seeee tivesse dado tempo). O Du se desdobrava em ligar pra equipe e pra minha amiga que também viria (Silvia Gueiros) e atender o "Check List" que eu havia deixado. Já estava enchendo a banheira porque era um dos meus pedidos: "Deixe a banheira cheia e mantenha a água quente para que eu enter quando quiser".
23h25 - Carla chegou. Josi já não tentava mais descansar porque meus gemidos não deixavam. As contrações estavam muito fortes. Eu nem piscava com medo de doer mais que aquilo. Fiquei numa única posição e olhava fixamente para o ralinho do box. Olhos arregalados. Nada de partolândia. Eu pensava "ainda falta um tanto porque eu tô muito racional! Não me entreguei ainda". Ho-Ho-Ho!
O Du vinha de vez em quando me dar a mão e eu só verbalizava o quanto doía e o medo que eu tinha de gritar e assustar o Bruninho.
"Amor eu tô ficando desesperada porque as contrações não passam! Não quero me desesperar! Mal acaba uma e outra já começa!"
Ele calmamente me lembrava que eu já tinha conseguido uma vez e que ia conseguir de novo. Ainda bem que ele é aprendiz de parteiro por ter vivido toda a faculdade comigo e ser curioso sobre o assunto. Estava absolutamente calmo e preparado pra encarar (novamente) tudo aquilo.
No misto de dor e desespero penso em fazer cocô pra ver se ajuda a aliviar a dor. Levei uns minutos pra criar coragem de sair do chuveiro. Ele me ajudou. Quando me sentei no vaso sanitário achei a posição horrorosa. Lembro de ter dito "que posição horrível!"e ele nessa hora pensou "então não vai mesmo querer parir na banqueta de parto".
Não conseguia fazer cocô e esperei a contração pra ver se a vontade voltaria.
Ela veio! Foooorte que só! Pedi massagem nas costas. A Josi veio e como fada sabia exatamente onde precisava massagear! Fiz força e senti uma pressão na minha vagina! Falei alto pra que o Du ouvisse: "Amor, acho que é ela! Nossa filha!!"
Nesse mesmíssimo momento nosso filho tinha chorado no quarto e o Du foi até lá. Quando entrou, Bruno estava ajoelhado na cama, com os bracinhos esticados e olhos fechados dizendo "Pega ela, Babê [papai]! Pega ela!!!"
Me emociono em contar isso porque sinto o quanto todos nós estávamos conectados!!
O Du pegou o Bruninho no colo para trazê-lo para sala pois era um desejo nosso que ele visse o nascimento da sua irmã. Mas ele não queria vir, não sei se pelo movimento de pessoas diferentes ou se porque ele não queria mesmo ver.

Eu, que estava no vaso, me levantei segurando a vontade de fazer força e sentindo a bolsa amniótica já protusa. Corri pra sala pra entrar na piscininha que enchia. Coloquei um pé para dentro da piscina, senti a água muito quente e tentei "despular" a borda quando veio outra contração e "Ploft", a bolsa estourou. Eu gritei "AMOOOOR, A BOLSA ESTOUROU! NOSSA FILHA TA NASCENDO, VEM!".
Havíamos combinado que ele recepcionaria a chegada da Mel no mundo extra-uterino.
Ele entregou o Bruno no colo da Josi (pra nossa sorte o Bruninho adooora a tia "Iô") correu, se agachou atrás de mim que me mantinha em pé, apoiada na borda da piscininha, com um pé dentro e um fora dela. A Josi tentou trazer o Bruno pra sala, ele viu a saída da cabeça mas tampou os olhos e disse "Ai, não téio vê!". Eu ainda olhei pro Bruno, com a cabecinha da Mel para fora e o corpinho dentro de mim ainda e falei com um tom de tranquilidade "É a irmã, filho! A Mel tá nascendo, meu Amor!".

A Ju Freitas, que tinha acabado de chegar, calçou luvas e disse "A cabecinha já saiu, Ana! Tá tudo bem, na próxima contração ela nasce!"
Mais um minutinho e lá veio outra contração! Eu disse (meio em tom de preocupação): "Segura ela Amoooor, segura!"
Eu não sabia se ele tinha noção do quanto um bebê é escorregadio nessa hora! haha
Fiz uma força e ela foi pros braços do papai!!!
Eu, que jurava e queria que ela nascesse dia 03, logo perguntei: "Que horas são?"
Não, não era dia 03! A mocinha nasceu às 23h50 do dia 02/10!
Eu mal podia acreditar que ela já estava aqui, nos nossos braços! Como? Assim, tão rápido?
O papai segurou a "bebê sabonete"! Ufa, ela não caiu! haha
A peguei de suas mãos e fiquei ali, em pé, olhando a minha tchutchuquinha nos meus braços.
O Du correu acudir o filhote mais velho. Pedi para que esfriassem a água da banheira, eu ainda queria entrar na água! A Ju me perguntava se eu não preferia sentar, sair da banheira e ir pro sofá... Na-na-ni-na-não! Eu queria entrar na água!

Assim o fizemos! A água esfriou, entramos e ficamos ali, namorando a nossa mais nova obra de arte.
Ali, na água, a placenta dequitou e eu a entreguei à Ju. Entreguei a Mel no colinho do papai e dessa vez quem cortou o cordão fui eu e não ele! Mel nem chorou. Desde que nasceu ouvimos poucas vezes o seu chorinho. Ela é calma e doce como sempre sonhei que seria.
Cris Balzano
A Cris Balzano chegou pouco depois de seu nascimento e ficou bem brava comigo! hahahaha
"- Por quê vocês demoraram pra me chamar?"
A culpa foi toda minha que achei que Melissa chegaria somente no nascer do dia seguinte. Ela nos perdoou! risos
Vittório
Minha amiga Silvia Gueiros chegou logo em seguida, acompanhada de seu filhote Vittório de apenas 5 meses. Junto com seu sorriso e carinho trouxe-nos uma leva de cupcakes deliciosos! Quanto acolhimento, meu Deus... que mulher privilegiada sou eu! Vittório nem parecia estar acordado, ficou ali no carrinho, olhando pra gente e sorrindo silenciosamente. Que bebê mais fofo!!!

Bruninho veio pra sala trazer à Mel um desenho que tinha feito especialmente pra ela. "Ela", por sua vez, lhe trouxe de presente um avião de feltro. Ele adorou conhecer sua irmã e adorou o presente.


Aos poucos ele foi se soltando e os dias decorrentes me emocionavam... como ele é carinhoso com ela. Que delícia ver esse amor entre eles. Vira e mexe ele me diz: "Mãe, eu adoio ter uma imãzinha Mel". É ou não é pra morrer de amores?
Saímos da piscininha pouco mais de uma hora depois. A Cris foi examinar o períneo e recebo a segunda melhor notícia da noite: NEM UM ARRANHÃO! Nadica! Nenhuma laceração! Períneo íntegro! Lindamente íntegro! Vivaa!!
 
Ficamos todos confraternizando aquele momento. Rindo e relembrando aquele parto "tsunâmico". O mundo podia parar por um instante e ficarmos muito mais tempo ali, vivendo aquilo. Pra onde eu olhava, via uma pessoa querida, intencionalmente escolhida por mim. Eu estava rodeada de amor. Melissa estava protegida de toda e qualquer intervenção desnecessária. No cheio, calor, luz e conforto de sua casa.




Sem palavras pra descrever essa sensação.
Foi um parto delicioso!
Se não fosse tão oneroso criar um filho em São Paulo, certamente eu quereria contribuir para o aumento da taxa de natalidade do país! Já estou com saudade de parir. A dor, esqueci no dia seguinte. O prazer, jamais me esquecerei!





Muuuuuito Grata à todos que estiveram comigo nessa jornada e à Deus.

À minha direita Cris Balzano, atrás Ju Freitas, à minha esquerda Josi Campos e ao lado dela a amiga-irmã Silvia Gueiros





Agradecimentos

Maíra Duarte, que me ofereceu seu tempo para conversar e o delicioso toque de suas mãos com uma massagem maravilhosa.
Paula Figueira e Daniela Garbulho, que me ajudaram com todos os preparativos do Chá da Mel para que ficasse 'like my dreams', já que esse seria meu último "Chá de bebê".
Priscila Castanho, de me fez uma massagem "daquelas" poucos dias antes desse parto - e que colocou ossos, músculos e ideias no lugar.
Silvia Gueiros, que foi uma amiga-irmã sem igual e por toda paciência em conversar diariamente comigo e me ajudar a manter a calma com tudo e com todos
Cristina Balzano, por ser mais que uma parteira incrível - por ter sido uma mãezona pra mim duas vezes.
Dra Cátia Chuba, que mesmo não estando fisicamente presente foi essencial e muito carinhosa durante todo o pré-natal
Dra Sandra Souza, que nos recebeu em seu consultório 12 dias depois do nascimento da Mel para ser pura gentileza com nossa pequena em suas mãos.
Eduardo Figueira, por ser meu grande companheiro e um pai incrível! Amo você!
Melissa e Bruno, por terem me escolhido como mãe! Vocês são tudo pra mim! Amor maior do mundo!




"My girl, my girl…"
 
Placenta
Fotos: Carla Raiter

4 comentários:

  1. Lindaaa História ...... queria ter sua coragem e passagem mas não deu!!! Mas vc ,me ajudou muito bjss Aninha!!!

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  2. Boa noite! Parabéns p toda família!!!
    Emocionante,chorei do 1o ao ultimo parágrafo e muito obrigada por compartilhar da sua FORÇA e todo seu Amor.
    bjs

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  3. Que relato lindo e inspirador !! <3

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  4. Que lindo a chegada da Mel!!!
    Ela é linda!
    Bjuss

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